quarta-feira, 3 de abril de 2013

AR Rahman Instrumentals Audio Songs and LUIZA GOIANAPOLIS BOLLYWOOD REFLECTIONS AND PHOTOS SOLITUDE http://musicmazaa.com/ Starring :Various Artists Music :AR Rahman + Biography english and portuguese BRAZIL.



A. R. Rahman
Allah Rakha Rahman é um compositor indiano de trilhas sonoras para cinema, produtor musical, cantor e também filantropo. Já vendeu mais de 100 milhões de cópias no mundo todo. Wikipédia
Nascimento: 6 de janeiro de 1966 (47 anos), Chennai
Cônjuge: Saira Banu
Composições: Hosanna, Piya Hazi Ali, Radha Kaise Na Jale, Mais
Prêmios: Oscar de melhor banda sonora, Oscar de melhor canção original
Filiação: R. K. Shekhar, Kareema
Irmãs: Reihana, Ishrath, Fathima Shekhar
Allah Rakha Rahman (em tâmil: அல்லா ரக்கா ரஹ்மான் ou apenas A. R. Rahman, nascido em 6 de janeiro de 1966 em Chennai, Índia) é um compositor indiano de trilhas sonoras para cinema, produtor musical, cantor e também filantropo. Já vendeu mais de 100 milhões de cópias no mundo todo.[1] Descrito como um dos mais proeminentes e criativos compositores para filmes pela revista Time,[2] suas obras são notáveis pela integração da música clássica oriental com sons de música eletrônica, world music e arranjos de orquestra tradicional. Já ganhou dois Óscar, dois Grammy Awards, um BAFTA Award, um Golden Globe, quatro National Film Awards, quatorze Filmfare Awards, onze South Filmfare Awards além de outros inúmeros prêmios. A revista Time se refere a ele como o "Mozart de Madras". Vários fãs lhe deram o apelido de Isai Puyal (em tâmil: இசைப் புயல்; em português: Tempestade Musical). Em 2009, a revista Time colocou Rahman na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo.

Tendo construído a sua própria casa-estúdio, chamada Panchathan Record Inn em Chennai , indiscutivelmente um dos mais sofisticados estúdios high-tech da Ásia, Rahman inicia sua carreira de compositor para filmes no início de 1990 com o filme Tamil Roja. Trabalhando em vários filmes da indústria cinematográfica indiana, Cinema internacional e teatro, Rahman já vendeu mais de 300 milhões de cópias de suas trilhas sonoras para mais de 100 filmes pelo mundo todo, tornando-o um dos maiores artistas recordistas de vendas de todos os tempos. Em uma notável carreira que dura mais de duas décadas, Rahman recebeu uma consagração especial por ter redefinido a música indiana contemporânea para cinema, contribuindo assim para o sucesso de vários filmes. Rahman é atualmente um dos compositores mais bem pagos da indústria cinematográfica. Ele também se tornou um notável filantropo e humanitário, fazendo doações e levantando verbas para causas benéficas e apoiando instituições de caridade.
Em Setembro de 2011, será lançado o primeiro álbum da banda SuperHeavy, do qual Rahman é um dos integrantes, juntamente com Mick Jagger, Joss Stone, Demian Marley e Dave Stewart.
Infância
A R Rahman recebendo um Disco de Platina por vendas no prêmio MagnaSound. A gravadora Magnasound lançou sua primeira trilha sonora para o filme Roja em 1992.
A. R. Rahman nasceu em Chennai, Tamil Nadu, Índia em uma musicalmente rica família Tamil Mudaliar.Seu pai, R. K. Shekhar, foi um compositor de músicas para cinema e maestro para filmes em língua "Malayalam". Rahman costumava ajudar seu pai durante as gravações e tocar teclado nas músicas. Rahman perdeu seu pai aos 9 anos de idade e sua família teve que alugar os equipamentos musicais de seu pai para ter uma fonte de renda.[9] Rahman foi criado por sua mãe, Karima Begum (nascida como Kasturi Shekhar).[10] Durante estes anos de formação, Rahman atuou como tecladista e arranjador em bandas como "Roots", com o amigo de infância e percussionista Sivamani, John Anthony, Suresh Peters, JoJo e Raja.[11] Rahman é o criador do grupo de rock "Nemesis Avenue", de Chennai.Ele domina vários instrumentos musicais, como teclado, piano, sintetizador, harmônio e guitarra. Sua curiosidade particular em Sintetizadores aumentou porque, segundo ele, era uma "combinação ideal entre música e tecnologia".
Ele começou cedo seus estudos de música com o mestre Dhanraj.[13][14] A partir dos 11 anos de idade, começou a tocar instrumentos musicais na orquestra do compositor de Língua_malaiala e amigo íntimo do pai de Rahman, M.K.Arjunan.Logo ele começou a trabalhar com outros compositores, como M. S. Viswanathan, Ilaiyaraaja, Ramesh Naidu, Raj-Koti[14] e também acompanhando Zakir Hussain, Kunnakudi Vaidyanathan e L. Shankar em turnês mundiais e obteve bolsas de estudo em Trinity College, London, conselhor do Trinity College of Music. Estudando em Chennai, diplomou-se em música clássica ocidental, através da faculdade.Foi introduzido ao Qadiri, Islamismo, quando sua irmã mais nova caiu gravemente doente em 1984. Posteriormente, Rahman junto com outros membros de sua família, converteu-se ao Islamismo em 1989, quando ele tinha 23 anos. Ele mudou seu nome de A. S. Dileep Kumar para A. R. Rahman (Allah Rakha Rahman).

Allah Rakha Rahman (Tamil: அல்லா ரக்கா ரஹ்மான் or just AR Rahman, born 6 January 1966 in Chennai, India) is an Indian composer of soundtracks for film, music producer, singer and philanthropist also. It has sold over 100 million copies worldwide. [1] Described as one of the most prominent and creative composers for movies by Time magazine, [2] His works are notable for integrating eastern classical music with electronic music sounds, world music and traditional orchestral arrangements. Has won two Oscar, two Grammy Awards, a BAFTA Award, a Golden Globe, four National Film Awards, fourteen Filmfare Awards, eleven Filmfare Awards South in addition to numerous other awards. Time magazine refers to him as the "Mozart of Madras". Several fans gave him the nickname Isai Puyal (Tamil: இசைப் புயல், in Portuguese: Musical Storm). In 2009, Time magazine placed Rahman in the list of 100 most influential people in the world.

Having built his own home-studio, called Panchathan Record Inn at Chennai, arguably one of the most sophisticated high-tech studio of Asia, Rahman began his career as a composer for films in the early 1990s with the Tamil film Roja. Working in several films in the Indian film industry, international cinema and theater, Rahman has sold more than 300 million copies of his soundtracks for more than 100 films worldwide, making it one of the biggest-selling artists of all time . In a remarkable career spanning over two decades, Rahman has received a special consecration to have redefined contemporary Indian music for film, thus contributing to the success of several films. Rahman is currently one of the highest paid composers of the motion picture industry. He has also become a notable humanitarian and philanthropist, donating and raising money for beneficial causes and supporting charities.
In September 2011, will be released the first album of the band SuperHeavy, which Rahman is one of the members, along with Mick Jagger, Joss Stone, Dave Stewart and Demian Marley.
Childhood
AR Rahman receiving a Platinum Disc for sales in MagnaSound prize. The label released its first Magnasound soundtrack for the movie Roja in 1992.

A. R. Rahman was born in Chennai, Tamil Nadu, India into a musically rich family Mudaliar.Seu Tamil father, R. K. Shekhar was a composer of music for film and conductor for film language "Malayalam". Rahman used to assist his father during recordings and play keyboard for the songs. Rahman lost his father at the age of 9 and his family had to rent out musical equipment from his father to have a source of income. [9] Rahman was raised by his mother, Karima Begum (born Shekhar and Kasturi). [10] During these formative years, Rahman served as a keyboard player and an arranger in bands such as "Roots", with childhood friend and percussionist Sivamani, John Anthony, Suresh Peters, JoJo and Raja. [11] Rahman is the founder of the rock group " Nemesis Avenue "by Chennai.Ele mastered several musical instruments such as keyboards, piano, synthesizer, harmonium and guitar. His curiosity synths in particular increased because, he said, was an "ideal combination of music and technology."

He soon began his music studies with Master Dhanraj. [13] [14] From the age of 11, he started playing musical instruments in the orchestra's composer Língua_malaiala and close friend of Rahman's father, he MKArjunan.Logo started working with other composers such as M. S. Viswanathan, Ilaiyaraaja, Ramesh Naidu, Raj-Koti [14] and also watching Zakir Hussain, Kunnakudi Vaidyanathan and L. Shankar on world tours and obtained scholarships in Trinity College, London, conselhor the Trinity College of Music. Studying in Chennai, diploma in Western classical music, through faculdade.Foi introduced to Qadiri, Islam when his younger sister fell severely ill in 1984. Subsequently, Rahman along with other members of his family converted to Islam in 1989, when he was 23. He changed his name from A. S. A. Kumar to Dileep R. Rahman (Allah Rakha Rahman).




Listen to AR Rahman Instrumentals Audio Songs at MusicMazaa.com My strength is in solitude. I have no fear of timely rainfall or high wind loose because I am the dark of night. Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite. There are unfortunate moments where solitude and silence become media freedom. Há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade. It especially feels the loneliness that the advantage of living with someone who can think. É sobretudo na solidão que se sente a vantagem de viver com alguém que saiba pensar. Loneliness is the fate of all exceptional spirits. A solidão é a sorte de todos os espíritos excepcionais. There is no loneliness sadder than a man without friends. The lack of friends makes the world seem a desert. Não há solidão mais triste do que a do homem sem amizades. A falta de amigos faz com que o mundo pareça um deserto. The worst loneliness that exists is give ourselves realize that people are idiots. A pior solidão que existe é darmo-nos conta de que as pessoas são idiotas. True freedom is a purely interior act, as the true loneliness: we must learn to feel free even in a prison, and to be alone in the crowd. A verdadeira liberdade é um ato puramente interior, como a verdadeira solidão: devemos aprender a sentir-nos livres até num cárcere, e a estar sozinhos até no meio da multidão. Loneliness is when the heart is not empty, it remains the place that never ends more. Solidão é quando o coração, se não está vazio, sobra lugar nele que não acaba mais. Loneliness: a good place to visit once or twice, but bad as to adopt dwelling. Solidão: um lugar bom de visitar uma vez ou outra, mas ruim de adotar como morada. Loneliness is the price we pay for being born in this modern period, so full of freedom, independence and our own selfishness. A solidão é o preço que temos de pagar por termos nascido neste período moderno, tão cheio de liberdade, de independência e do nosso próprio egoísmo. Only one thing is needed: the loneliness. The vast inner solitude. Go within yourself and not find anyone for hours, this is what you need to get. Being alone, as the child is alone. Uma única coisa é necessária: a solidão. A grande solidão interior. Ir dentro de si e não encontrar ninguém durante horas, é a isso que é preciso chegar. Estar só, como a criança está só. Solitude is the destiny of all spirits eminent. A solidão é o destino de todos os espíritos eminentes. Basically, it is the solitude become involved in the cocoon of our soul, make ourselves chrysalis and await the metamorphosis, because it always ends up coming. No fundo, é isso, a solidão: envolvermo-nos no casulo da nossa alma, fazermo-nos crisálida e aguardarmos a metamorfose, porque ela acaba sempre por chegar. nostalgia nostalgia loneliness is accompanied when love is not gone yet, but now the beloved ... nostalgia   love is a past that has not passed, is refusing a gift that hurts us, is not that we see the future invites ... nostalgia   feel that there is that there is more ... nostalgia is hell of those who lost, is the pain of those left behind is the taste of death in the mouth of those who remain ... Only one person in the world want to miss: one who never loved. And this is the greatest sufferings: did not miss by whom, go through life and not live. Saudade Saudade é solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já... Saudade é amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos machuca, é não ver o futuro que nos convida... Saudade é sentir que existe o que não existe mais... Saudade é o inferno dos que perderam, é a dor dos que ficaram para trás, é o gosto de morte na boca dos que continuam... Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: aquela que nunca amou. E esse é o maior dos sofrimentos: não ter por quem sentir saudades, passar pela vida e não viver. God uses loneliness To teach us about living together. Sometimes he uses anger so we can Understand the infinite value of peace. Other times he uses tedium when either show us the importance of adventure and abandon. God uses silence to teach us on the responsibility of what we say. Sometimes he uses fatigue so that we Understand the value of awakening. Other times he uses disease, whenever Show us the importance of health. God uses fire, to teach us to walk on water. Sometimes he uses earth, so we can Understand the value of air. Other times he uses death when he wants Show us the importance of life. Deus costuma usar a solidão Para nos ensinar sobre a convivência. Às vezes, usa a raiva para que possamos Compreender o infinito valor da paz. Outras vezes usa o tédio, quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono. Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar sobre a responsabilidade do que dizemos. Às vezes usa o cansaço, para que possamos Compreender o valor do despertar. Outras vezes usa a doença, quando quer Nos mostrar a importância da saúde. Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar a andar sobre a água. Às vezes, usa a terra, para que possamos Compreender o valor do ar. Outras vezes usa a morte, quando quer Nos mostrar a importância da vida. People loneliness Allow your solitude is well used, it is not useless. Not to cultivate as a disease but as a circumstance Its size is that? Hard to find someone who has a little solitude, set, baby look like. Generally, solitude is large, frayed, as could wear a shirt that others beyond our bodies. And usually with other bodies that try to fight it, but why fight it? If our loneliness could be visualized, it would be a vast abandoned field, a football stadium on a Monday morning. It hurts, but it has poetry. Maybe that's where we should reevaluate it: the recognition of what is beautiful in its amplitude. Loneliness need not be annihilated, she just needs a direction. I would not know what else there is to it more beneficial than books. A library with thousands of volumes is not an army that combats loneliness, but her allies. Loneliness is often treated as something shifted from reality, like a tumor that invades a vital organ. Ah, if all tumors could be cured with friends. A person who did not have friends for life no respect. Our loneliness is our home and need to open visiting hours, host, invite to lunch, cook with love, loneliness prove a hostess who loves to hear the stories of loneliness from others, since all have their open spaces. Loneliness need not rely only on the monologue. You can learn to talk and should exercise that also through art. There is always a silent conversation between the actor on stage and the guy in the dark of the audience, between the painter in his studio and museum visitor, between the writer and his reader unknown. Ah, the books again. Of all who meet our solitude, books are the most anarchic, the more exciting. Read, and your silence will gain voice. Sometimes we treat our isolation with a certain affectation. We lit a cigarette in the darkness of the room, we put a hard and heartbreaking wait for the tears. We've done this scene in Sunday's final - has most loneliest day? Often we enter the fantasy that our solitude would give a film noir, but without forgetting that she will continue with us tomorrow and after tomorrow, ceasing to be charming and accompanying us to the supermarket. Support it with good mood or a bad mood, but not despise. Allow your solitude is well used, it is not useless. Not to cultivate as a disease but as a circumstance. Instead of trying to expel it, inhabit it with spirituality, aesthetics, memory, inspiration, insights. There will be less lonely, a loneliness only more populated. Who does not know populate his solitude, nor know being alone in a crowd, Povoar a solidão Permita que sua solidão seja bem aproveitada, que ela não seja inútil. Não a cultive como uma doença, e sim como uma circunstância A sua é de que tamanho? Difícil encontrar alguém que tenha uma solidão pequena, ajustada, do tipo baby look. Geralmente, a solidão é larga, esgarçada, como uma camiseta que poderia vestir outros corpos além do nosso. E costuma ser com outros corpos que se tenta combatê-la, mas combatê-la por quê? Se nossa solidão pudesse ser visualizada, ela seria um vasto campo abandonado, um estádio de futebol numa segunda-feira de manhã. Dói, mas tem poesia. Talvez seja por aí que devamos reavaliá-la: no reconhecimento do que há de belo na sua amplitude. A solidão não precisa ser aniquilada, ela só precisa de um sentido. Eu não saberia dizer que outra coisa mais benéfica há para isso do que livros. Uma biblioteca com mil volumes é um exército que não combate a solidão, mas a ela se alia. A solidão costuma ser tratada como algo deslocado da realidade, como um tumor que invade um órgão vital. Ah, se todos os tumores pudessem ser curados com amigos. Uma pessoa que não fez amigos não teve pela sua vida nenhum respeito. Nossa solidão é nossa casa e necessita abrir horários de visita, hospedar, convidar para o almoço, cozinhar com afeto, revelar-se uma solidão anfitriã, que gosta de ouvir as histórias das solidões dos outros, já que todos possuem seus descampados. A solidão não precisa se valer apenas do monólogo. Pode aprender a dialogar e deve exercitar isso também através da arte. Há sempre uma conversa silenciosa entre o ator no palco e o sujeito no escuro da platéia, entre o pintor em seu ateliê e o visitante do museu, entre o escritor e o seu leitor desconhecido. Ah, os livros, de novo. De todos os que preenchem nossa solidão, são os livros os mais anárquicos, os mais instigantes. Leia, e seu silêncio ganhará voz. Às vezes, tratamos nosso isolamento com certa afetação. Acendemos um cigarro na penumbra da sala, botamos um disco dilacerante e aguardamos pelas lágrimas. Já fizemos essa cena num final de domingo - tem dia mais solitário? É comum que a gente entre na fantasia de que nossa solidão daria um filme noir, mas sem esquecer que ela continuará conosco amanhã e depois de amanhã, deixando de ser charmosa e nos acompanhando até o supermercado. Suporte-a com bom humor ou com mau humor, mas não a despreze. Permita que sua solidão seja bem aproveitada, que ela não seja inútil. Não a cultive como uma doença, e sim como uma circunstância. Em vez de tentar expulsá-la, habite-a com espiritualidade, estética, memória, inspiração, percepções. Não será menos solidão, apenas uma solidão mais povoada. Quem não sabe povoar sua solidão, também não saberá ficar sozinho em meio a uma multidão, MY NAME: LUIZA.
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